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A Associação Empresarial de Laguna (Acil) cobrou da concessionária Motiva ViaCosteira e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) esclarecimentos sobre as intervenções na ponte Anita Garibaldi, localizada na BR-101. A entidade exigiu uma reunião urgente com os municípios da região e autoridades para tratar do tema.

As interdições tiveram início em julho e, mesmo com a liberação parcial, o fluxo de veículos segue restrito a apenas uma faixa em cada sentido. Durante o feriado de Finados, a Polícia Rodoviária Federal registrou filas que alcançaram cerca de seis quilômetros no sentido Sul, prejudicando moradores, trabalhadores e o escoamento de mercadorias.

Para a Acil, o crescimento natural do fluxo de veículos na alta temporada ameaça intensificar os prejuízos econômicos locais. O presidente da instituição, Damianos Andreadis, destacou que o gargalo afeta diretamente setores vitais como comércio, hotelaria, gastronomia e prestação de serviços.

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Anteriormente, a concessionária havia divulgado a expectativa de finalizar a fase atual dos reparos ainda em dezembro. No entanto, as entidades empresariais agora exigem um cronograma oficial detalhado, acompanhado de garantias técnicas sobre a liberação total das faixas.

Essa cobrança conta com o apoio da Associação Empresarial de Tubarão (Acit) e da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc). O grupo reivindica dados claros, relatórios frequentes sobre o andamento dos serviços e um plano emergencial para mitigar as filas durante o verão.

FONTE/CRÉDITOS: Redacao